quarta-feira, 8 de abril de 2009

A MENTIRA DA INQUISIÇÃO EM DOSTOIÉVSKI : HISTÓRIA

A língua, na cultura humana, é uma estratégia, ou seja, uma arma de guerra ou um estratagema de guerra. Serve mais à mentira que à verdade ; aliás, os espertos ( os experts em vida social) mentem com frequência cotidiana; os ingênuos dizem toda a verdade e por ela são torturados e queimados na máquina da santa Inquisição, que hoje sobrevive sob outras vestes de palavras e fins mentirosos.
Com palavras desaprendemos a vida; nem é necessário policial para nos atacar e render, basta uma palavra mentirosa, mal lida, mal digerida para se criar uma realidade esquizofrênica.
A língua faz antes o sucesso do esquizofrênico e do paranóico, os atores mais comuns no mundo social ( os mentirosos de profissão ) , que dos filósofos, seres raros que vivem subjugados pelo poder da mídia que os coage subrepticialmente , do dinheiro e das feras sociais reunidas em sociedade para manter a mentira intocável, para transformar a mentira em verdade e assim poderem roubar, furtar , matar legalmente, etc.
Economistas, juízes, médicos, padres, enfim, todos os lacaios socais, usam jargão próprio para poderem mentir com poder e à vontade. Somente eles sabem dos conceitos inventados pelos eruditos clássicos daquela área de "conhecimento " , da arte de conhecer a mentira e fazê-la reconhecida por todos como verdade, inclusive por eles mesmos que, para terem poder de persuasão, precisam ser tolos o suficiente para crer nas mentiras que os seus superiores inculcam nos seus cérebros medíocres. A mentira é uma reserva estratégica tão importante que ninguém a assume : todos fingem para todos que dizem e se comportam dentro dos limites estúpidos da verdade ( se o fizessem já estariam mortos de fome e frio).
A verdade é pequena; a mentira : enorme e vasta : entre a tensão da verdade e da mentira está a vida social. De um lado estão os amantes da verdade, os filósofos : Sócrates, Platão, Aristóteles ; do outro. os homens de sucesso : os mentirosos que são atores sociais. Entre um ladrão e um santo padre a diferença está apenas na infusão de mentira e verdade que cada um deles usa.
Quem consegue se manter politicamente entre a mentira e a verdade, sabe anular essa tensão que corre entre verdade e mentira, está exatamente entre o bem e o mal, território mental de onde se comanda o mundo, onde se começa a vencer a guerra que também é semiológica ( antroplógica, geopolítica, zoológica ( a estratégia dos predadores), filosófica, teológica ( Deus posicionado no padre, no pastor, no Lama do Tibete, no monge budista, no dervixe, no cossaco ou no mujique russo : o camponês da velha Rússia de Tolstói na novela e dos Czares na realidade do punhados de terra da floresta negra social).

A maior mentira sobre a Inquisição foi narrada na ficção de Dostoiévski, nos Irmãos Karamazov, pois foi, paradoxalmente, a única verdade inconstestáve, histórica, científica, no sentido mais profundo, sobre a inquisição e o fingimento no tempo do Santo Ofício e do atual ofício santo da Igreja : a Igreja é a mentira magna. Dessa mentira se originaram as demais instituições : empresas, Estado, família... Deus! Oh! Deus...!

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Filmografía : Dostoievski

Bibliografía : Dostoievski

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Wikipedia : Chéjov : escritor e dramaturgo ruso

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Bibliografía

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  • Chekhov, Anton Pavlovich. Cuaderno de notas .— 1. ed. . — Buenos Aires : Editorial La Compañía, 2008 .

Adaptaciones cinematográficas

Antón Chéjov.

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